Bancos devem comportar-se como fintechs para sobreviver

Instituições financeiras têm «de dominar a tecnologia de forma a aumentar a conveniência dos clientes».

Vários executivos do sector financeiro afirmam que os bancos devem operar mais como as empresas de tecnologia para permanecerem relevantes nos próximos anos.

«Por acaso, acredito que muitos bancos, talvez nem todos, estão bem posicionados para criar novos produtos», afirmou David Rafalovsky, chief technology officer do banco estatal russo Sberbank, durante o evento East Tech West, promovido pela ‘CNBC’ na China.

O CTO do Sberbank afirmou à ‘CNBC’ sentir-se frustrado com a categorização das empresas fintech, ou tecnologia financeira, como estando separadas – e uma ameaça à existência – dos bancos. «Somos fintech», acrescentou, adiantando que os grandes bancos não são menos fintech do que as novas empresas de tecnologias.

De acordo com Michael Gorriz, chief information officer do Standard Chartered, o foco é assegurar que as suas equipas de TI trabalhem «como uma fintech. Em todos os bancos – e não há excepções – temos de dominar a tecnologia de forma a aumentar a conveniência dos clientes».

«Temos de ser rápidos», afirmou adiantando que a jornada da ideia para o serviço tem de ser o mais curta possível, de semanas e não anos. O banco, segundo Michael Gorriz, investiu em várias fintech para criar parcerias e utilizar a tecnologia na instituição financeira, mas, se isto não for suficiente, o banco cria as suas próprias fintechs.

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