Comércio internacional do G20 quase em mínimos de dois anos

Abrandamento foi particularmente pronunciado na UE, afirma OCDE

O comércio internacional de bens no G20 manteve a tendência descendente no terceiro trimestre deste ano, atingindo quase mínimos de dois anos.

De acordo com o relatório da OCDE, face ao trimestre imediatamente anterior, a contracção nas exportações atingiu os 0,7%, enquanto as importações recuaram 0,9% (em dólares e ajustadas sazonalmente), «parcialmente reflectindo uma descida de quase 20% nos preços do petróleo e depreciações face ao dólar da maioria das moedas mais fortes».

A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico destaca que o abrandamento foi «particularmente pronunciado» na União Europeia, onde as exportações sofreram uma contracção de 1,8% e as importações de 0,4%, com o contributo das maiores economias do bloco.

Nos maiores mercados asiáticos, as importações registaram igualmente uma contracção, enquanto as exportações demonstraram um comportamento mais positivo, principalmente na Indonésia, Japão e China.

Nos EUA, as exportações recuaram marginalmente (0,2%), enquanto as importações desceram 0,7%. A OCDE destaca que as as exportações dos EUA para a China permaneceram «significativamente abaixo» dos níveis registados antes das recentes tensões comerciais bilaterais», com as importações da China para os EUA a descerem 2,1%.

 

 

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