Impacto das alterações climáticas retira 3% ao crescimento económico global

Análise da Economist Intelligence Unit refere que há regiões onde esse impacto será maior.

África, América do Sul e o Médio Oriente serão as regiões do mundo onde o impacto das alterações climáticas na economia mais se fará sentir, de acordo com um estudo da Economist Intelligence Unit citado pela CNBC.

A análise refere que estes mercados têm temperaturas médias mais elevadas e economias mais pequenas em tamanho, os que as torna mais vulneráveis.

O mesmo estudo indica que nos próximos 30 anos, as alterações climáticas poderão retirar 3% ao crescimento económico global.

Os EUA, por exemplo, poderão ver a sua taxa de crescimento recuar em mais de 1% nas próximas três décadas. O National Bureau of Economic Research sublinhou em Agosto que o crescimento per capita nos EUa poderá recuar em 10,5% nos próximos 81 anos devido ao expectável aumento das temperaturas um pouco por todo o mundo.

Os líderes mundiais vão reunir-se no início de Dezembro em Madrid, Espanha, na conferência sobre as Alterações Climáticas das Nações Unidas, com o intuito de discutir propostas para limitar o aumento da temperatura média global aos 1,5ºC, uma meta definida no Acordo de Paris, adianta a CNBC.

Os EUA, no entanto, iniciaram o processo oficial de saída do Acordo de Paris no início deste mês, com o argumento de que impõe um ónus económico “injusto”.

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