Lisboa no top global para investidores em imobiliário

Há cada vez mais investidores a mostrar interesse no sector residencial europeu, um mercado que atingiu os 61 mil milhões de euros em 2018, e no qual Lisboa tem desempenhado um papel central.

Esta é uma das principais conclusões da 28.ª edição do Seminário ERES, promovido pelo European Real Estate Society e pelo ISEG, sob o mote das “Novas tendências de investimento internacional em imóveis residenciais na Europa”, que aponta o actual contexto de reduzidas taxas de juros, os fenómenos de migração e os incentivos fiscais como motores da procura.

Por outro lado, o aumento da procura, da actividade turística, da escassez de activos comerciais e dos preços levou o mercado a diversificar os seus portfólios, apostando em novos formatos e conceitos como residências universitárias, seniores e de co-living.

Mas «o incremento da procura de habitação nas cidades turísticas e a reduzida oferta de habitação nova provocou um aumento dos preços de habitação, que, por sua vez, conduziu a problemas de acesso à habitação, incluindo para a classe média», indica Joaquim Montezuma, professor do ISEG.

Para Philip Wedge-Bernal, da consultora imobiliária JLL, apesar do boom dos últimos anos, Lisboa continua a apresentar oportunidades atractivas de investimento, sendo «um dos global hubs» garante.

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