Lucro da Jerónimo Martins sobe 3,5% com contributo de todas as insígnias

Grupo português consolida presença nos mercados externos com abertura de novas lojas.

A Jerónimo Martins, dona do Pingo Doce, anunciou uma subida do resultado líquido nos primeiros nove meses do ano para 302 milhões de euros, mais 3,5% do que no mesmo período do ano anterior, a beneficiar do crescimento das vendas de todas as insígnias que detém.

De acordo com o comunicado do grupo remetido à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, as vendas consolidadas alcançaram os 13,66 mil milhões de euros no período em análise, mais 6,7% do que nos mesmos nove meses de 2018, 68% das quais atribuíveis à Biedronka. Também o EBITDA cresceu 6,7% para 757 milhões de euros.

Por insígnias, a polaca Biedronka beneficiou do crescimento do consumo num contexto de aumento do rendimento disponível das famílias, com as vendas a ascenderem a 9,2 mil milhões de euros, um crescimento de 8,3% em moeda local. A Biedronka abriu 46 novas lojas e encerrou 14, terminando o período com um total de 2.932 localizações.

A marca de saúde e beleza Hebe, também na Polónia, reportou vendas de 180 milhões de euros, um crescimento de 26,6% em moeda local, tendo aberto 26 lojas e terminado os nove meses com um total de 255 localizações.

O Pingo Doce concluiu os primeiros nove meses de 2019 com um crescimento de vendas de 2,9%, para 2,9 mil milhões de euros, e cinco novas lojas.

O Recheio aumentou as vendas em 2,5% para 757milhões de euros, enquanto a colombiana Ara assistiu a um aumento de 34,8% em moeda local para 560 milhões de euros e mais 46 novas lojas para um total de 578.

O grupo indicou ainda que o capex «para o ano de 2019 estima-se agora em 650milhões de euros, uma redução dos 700-750 milhões de euros anteriormente previstos».

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