Turismo espacial entra pela primeira vez em Bolsa

Preço por uma viagem de 90 minutos ascende aos 250 mil dólares.

A Virgin Galactic, do multimilionário Richard Branson, tornou-se na primeira empresa de turismo espacial do mundo cotada em Bolsa.

A empresa, cujas acções entraram na Bolsa de Valores de Nova Iorque a valer 12,01 dólares cada, foi criada através da fusão da Virgin Galactic com uma empresa do antigo executivo do Facebook Chamath Palihapitiya, que investiu 800 milhões de dólares numa participação de 49%, refere a agência Reuters.

Esta fusão com uma empresa já cotada permitiu à Virgin Galactic “fugir” ao processo de oferta pública inicial tradicional que obriga ao preenchimento de muita documentação junto do regulador dos mercados bolsistas dos EUA.

Centenas de pessoas de 60 países já pagaram os 250 mil dólares que custa cada viagem suborbital com a Virgin Galactic, algumas das quais aguardam há mais de 14 anos por um voo que irá durar cerca de 90 minutos e que permite aos passageiros experienciar uns minutos de gravidade zero.

As reservas actuais representam cerca de 80 milhões de dólares em depósitos e 120 milhões de receitas potenciais, acrescenta a agência.

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